Estou atrasadíssima!Mas ainda dá tempo de postar e comentar a emoção vivida na virada cultural desse ano que teve apresentações do Oto e do Zeca Baleiro,mas o que definitivamente me marcou foi a apresentação do grupo de maracatu QUILOA.
A batida é contagiante e um clima de ancestralidade que me arrepiou até o couro cabeludo.Empensar que tudo isso veio da terreinha dos meus ancetrais(Pernambuco)ai que orgulho!
Este ano decididamente é singular,ando experimentando sençasões,emoções antes desconhecidas,ando me humanizando,mas não é um processo fácill,não mesmo!Prova disso:as inúmeras crises de enxaqueca. É o preço que pago por finalmente conhecer o amor,tão inquietante,simples e enesperado!
Tudo o que move é sagrado E remove as montanhas Com todo cuidado, meu amor Enquanto a chama arder Todo dia te ver passar Tudo viver a teu lado Com o arco da promessa Do azul pintado pra durar
Abelha fazendo mel Vale o tempo que não voou A estrela caiu do céu O pedido que se pensou O destino que se cumpriu De sentir seu calor e ser todo Todo dia é de viver Para ser o que for e ser tudo
Sim, todo amor é sagrado E o fruto do trabalho É mais que sagrado, meu amor A massa que faz o pão Vale a luz do seu suor Lembra que o sono é sagrado E alimenta de horizontes O tempo acordado de viver
No inverno te proteger No verão sair pra pescar No outono te conhecer Primavera poder gostar No estio me derreter Pra na chuva dançar e andar junto O destino que se cumpriu De sentir seu calor e ser tudo