terça-feira, 12 de outubro de 2010
Ai que medo!
Um conto de terror muito interessante com um efeito espetacular:a narração de Francisco Cuoco.
Terroooooor!
A narrativa do curupira muito divertida.Trabalhei esse video com meus pequenos da quinta série.
domingo, 22 de agosto de 2010
sábado, 24 de julho de 2010
Dançando com a vida
Eu não devo nada a ninguém,
Eu não sou do mal nem do bem,
Tô no meio do caminho
Tô fazendo a minha estrada
Sem pedir carona
Minha mãe me abençoou,
Meu pai não quis me dizer quem eu sou,
Me mostrou que só eu posso
Fazer minha história
Eu,
Tô dançando com a vida,
De rosto colado,
Abraçando apertado,
Que delícia é viver
Fazendo a minha estrada,
Fazendo a minha história,
Eu faço passo a passo,
Minha humilde trajetória,
Viver feliz é uma arte,
Eu faço a minha parte,
Eu improviso,
Eu sei aonde eu piso
E sei que meu sorriso te incomoda,
E você nem disfarça
E sei que sua força é uma farsa
E dessa falsa
Não quero ver de mais ninguém,
E não me liga lá,
Pra me falar mal de meu bem,
Eu não ligo, não me digo,
O que a mamãe falou,
Nem bem dizer,
Que ouviu dizer do meu amor.
Não moça, não ouça por favor,
Deve ser alguma engano
Diz que eu não estou.
Alô! Tá me ouvindo,
que eu não sei se deu pra entender,
esquece isso que seu compromisso
É com você.
O que se colhe,é o que se planta,
Não adianta
Regar a planta,
Com veneno na garganta
Não é assim que a banda toca,
Que o cão se toca,
Não me provoca,
Com esse tipo de fofoca.
E troca o disco,
E bota um som bom pra rola,
Que a minha vida,
Eu já tirei pra dançar.
Dançando com a vida,
De rosto colado,
Abraçando apertado,
Que delícia é viver
Tô dançando com a vida,
De rosto colado,
Abraçando apertado,
Que delícia é viver
Eu não sou do mal nem do bem,
Tô no meio do caminho
Tô fazendo a minha estrada
Sem pedir carona
Minha mãe me abençoou,
Meu pai não quis me dizer quem eu sou,
Me mostrou que só eu posso
Fazer minha história
Eu,
Tô dançando com a vida,
De rosto colado,
Abraçando apertado,
Que delícia é viver
Fazendo a minha estrada,
Fazendo a minha história,
Eu faço passo a passo,
Minha humilde trajetória,
Viver feliz é uma arte,
Eu faço a minha parte,
Eu improviso,
Eu sei aonde eu piso
E sei que meu sorriso te incomoda,
E você nem disfarça
E sei que sua força é uma farsa
E dessa falsa
Não quero ver de mais ninguém,
E não me liga lá,
Pra me falar mal de meu bem,
Eu não ligo, não me digo,
O que a mamãe falou,
Nem bem dizer,
Que ouviu dizer do meu amor.
Não moça, não ouça por favor,
Deve ser alguma engano
Diz que eu não estou.
Alô! Tá me ouvindo,
que eu não sei se deu pra entender,
esquece isso que seu compromisso
É com você.
O que se colhe,é o que se planta,
Não adianta
Regar a planta,
Com veneno na garganta
Não é assim que a banda toca,
Que o cão se toca,
Não me provoca,
Com esse tipo de fofoca.
E troca o disco,
E bota um som bom pra rola,
Que a minha vida,
Eu já tirei pra dançar.
Dançando com a vida,
De rosto colado,
Abraçando apertado,
Que delícia é viver
Tô dançando com a vida,
De rosto colado,
Abraçando apertado,
Que delícia é viver
terça-feira, 29 de junho de 2010
O labirinto do Fauno
Chego a pensar que não sou muito normal,pois quando ouço uma música que gosto ou um filme eles martelam em minha cabeça,os ultimos filmes:Marcelino pão e vinnho e O Labirinto do Fauno são exemplos de boas marteladas.
O Labirinto do Fauno me intriga,como todo labirinto inclusive o da alma,inclusive quando pensei em fazer um esse blog, a princípio pensei em cahamá-lo de Labirinto da alma,mas nem sei porque acabei mudando de idéia.Acho que memperdi dentro do labirito!
Quanto ao filme podemos fazer tantas análises e metáforas, a minha definição é a seguinte:o filme é uma conto de fadas que possui elementos que nos transportam a um universo místico surpreendente,onde não há dor,e que inclusive as crianças sempre correm para lá quando podem.Essa fuga fica clara quando
as percebemos dispersas ou viajando na maionese.Elas têm mais facilidade de entrar nesse labirinto.
A metáfora do labirinto no meio da floresta que aparece no filme,pode ser interpretada como uma experiência de terror e fascínio: a floresta convida o visitante a desbrava-la e descobrir seus mistérios,mas sempre há a possibilidade de perder-se e nunca mais encontrar a saída,mas a personagem
principal,Ofélia entra e sai do labirinto com a maior facilidade e fora do labirinto ela interage com o lado sombrio do ser humano(a guerra).
É visível o desejo de transcendência de Ofélia,que tenta resgatar sua vida de princesa.No filme o labirinto é o lugar da busca de Ofélia, que revela a complexidade da
psique humana, lugar de magia. Para o poeta Murilo Mendes é no labirinto que “o
espaço absorve o tempo, onde o espírito da fábula ajuda a sublinhar a solidão
geométrica do homem atual”.
Mas chega de tanto analizar, vejam o filme,entrem no labirinto,e tirem suas próprias conclusões.

“Há muito, muito tempo no Reino Subterrâneo,
não existem mentiras ou dor, viveu uma princesa
que sonhava com o mundo dos humanos. Sonhava com o céu azul,
a brisa suave e o brilho do sol. Um dia, burlando toda a
vigilância, a princesa escapou. Uma vez do lado de fora, a luz
do sol a cegou… e apagou da sua memória qualquer indício do seu
passado. A princesa esqueceu quem era e de onde veio. O seu corpo
sofria de frio, doença e dor. E no decorrer dos anos, ela morreu.
Entretanto, seu pai, o Rei, sabia que a alma da princesa
retornaria, talvez em outro corpo, em outro lugar, em outra
época. E ele esperaria por ela, até seu último suspiro,
até que o mundo parasse de girar…”
O Labirinto do Fauno me intriga,como todo labirinto inclusive o da alma,inclusive quando pensei em fazer um esse blog, a princípio pensei em cahamá-lo de Labirinto da alma,mas nem sei porque acabei mudando de idéia.Acho que memperdi dentro do labirito!
Quanto ao filme podemos fazer tantas análises e metáforas, a minha definição é a seguinte:o filme é uma conto de fadas que possui elementos que nos transportam a um universo místico surpreendente,onde não há dor,e que inclusive as crianças sempre correm para lá quando podem.Essa fuga fica clara quando
as percebemos dispersas ou viajando na maionese.Elas têm mais facilidade de entrar nesse labirinto.
A metáfora do labirinto no meio da floresta que aparece no filme,pode ser interpretada como uma experiência de terror e fascínio: a floresta convida o visitante a desbrava-la e descobrir seus mistérios,mas sempre há a possibilidade de perder-se e nunca mais encontrar a saída,mas a personagem
principal,Ofélia entra e sai do labirinto com a maior facilidade e fora do labirinto ela interage com o lado sombrio do ser humano(a guerra).
É visível o desejo de transcendência de Ofélia,que tenta resgatar sua vida de princesa.No filme o labirinto é o lugar da busca de Ofélia, que revela a complexidade da
psique humana, lugar de magia. Para o poeta Murilo Mendes é no labirinto que “o
espaço absorve o tempo, onde o espírito da fábula ajuda a sublinhar a solidão
geométrica do homem atual”.
Mas chega de tanto analizar, vejam o filme,entrem no labirinto,e tirem suas próprias conclusões.

“Há muito, muito tempo no Reino Subterrâneo,
não existem mentiras ou dor, viveu uma princesa
que sonhava com o mundo dos humanos. Sonhava com o céu azul,
a brisa suave e o brilho do sol. Um dia, burlando toda a
vigilância, a princesa escapou. Uma vez do lado de fora, a luz
do sol a cegou… e apagou da sua memória qualquer indício do seu
passado. A princesa esqueceu quem era e de onde veio. O seu corpo
sofria de frio, doença e dor. E no decorrer dos anos, ela morreu.
Entretanto, seu pai, o Rei, sabia que a alma da princesa
retornaria, talvez em outro corpo, em outro lugar, em outra
época. E ele esperaria por ela, até seu último suspiro,
até que o mundo parasse de girar…”
Assinar:
Postagens (Atom)



